Ele havia saído de bicicleta da residência do irmão, em Camaçari (BA), e desde então não havia dado mais notícias.
Diagnosticado com esquizofrenia e sem acesso à medicação no período em que sumiu, Marisvaldo deixou a família em busca constante por informações. Ao longo de três anos, os parentes moveram esforços intensos: registraram boletins de ocorrência, realizaram testes de DNA e chegaram a participar de programas de televisão para tentar encontrá-lo.
Essa não foi a primeira vez que Marisvaldo desapareceu. Em 2020, ele também saiu de casa de bicicleta e acabou sendo encontrado dias depois no Espírito Santo.
Agora, ele será deportado da Costa Rica e deve desembarcar no aeroporto de Guarulhos (SP) neste fim de semana. A família, entretanto, enfrenta dificuldades financeiras para levá-lo de volta à Bahia.
O mistério ainda permanece: ninguém sabe ao certo como ele conseguiu atravessar tantos países e sobreviver durante esses três anos longe de casa.