Estudos apontam que a cor azul é a favorita entre pessoas com transtornos mentais

Diversos estudos na área da psicologia e da neurociência vêm indicando que a cor azul figura como a preferida entre pessoas com transtornos mentais, como ansiedade, depressão e transtorno do espectro autista. A explicação estaria relacionada às propriedades calmantes e de segurança que a cor transmite ao cérebro, promovendo uma sensação de acolhimento emocional.

Pesquisas sugerem que, por estar associada à serenidade do céu e do mar, o azul tende a reduzir a excitação neural, contribuindo para o relaxamento mental. Em indivíduos com quadros ansiosos ou que vivenciam instabilidade emocional, o azul pode funcionar como um estímulo reconfortante, diminuindo níveis de estresse e promovendo estabilidade sensorial.

Especialistas também afirmam que o azul é percebido como uma cor “não ameaçadora”, o que pode explicar sua popularidade entre pessoas que lidam com sobrecarga sensorial ou estímulos excessivos. Em ambientes terapêuticos, a tonalidade costuma ser usada em paredes, roupas e materiais, ajudando a criar um espaço mais tranquilo e receptivo.

Ainda que não se trate de uma regra absoluta — afinal, preferências são influenciadas por fatores culturais, pessoais e contextuais — a prevalência do azul entre esse público reforça o impacto das cores no bem-estar emocional. A psicologia das cores segue sendo uma ferramenta explorada tanto no design de espaços quanto na abordagem terapêutica de indivíduos com transtornos mentais.

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