Briga entre Emicida e Fióti vai à Justiça com acusação de desvio de R$ 6 milhões

A relação entre os irmãos e sócios Emicida e Fióti se deteriorou nos últimos meses, resultando em uma disputa judicial e no rompimento da parceria artística entre os dois. O caso veio à tona após Emicida acusar Fióti de desviar R$ 6 milhões da conta da empresa que administravam juntos, a Lab Fantasma. A denúncia foi feita como resposta a um processo movido por Fióti, que tenta impedir que o irmão tome decisões individuais sobre o negócio.

Em nota, Fióti negou as acusações, afirmando que todas as movimentações financeiras feitas durante sua gestão na Lab Fantasma foram transparentes e seguiram os procedimentos adotados pela empresa. A defesa do artista alega que os valores recebidos por ele estão dentro da dinâmica de lucro da marca, que gerencia a carreira de Emicida, Rael e Drik Barbosa, além de atuar no ramo da moda.

O desentendimento culminou no bloqueio de Fióti dos acessos às contas da empresa e na remoção de sua procuração, segundo ele. O músico também afirmou que havia um acordo para sua saída do quadro societário, mas que Emicida não teria cumprido os termos estabelecidos. Por outro lado, os advogados de Emicida argumentam que ele sempre teve mais poderes de gestão do que o irmão.

No último sábado (29), Emicida oficializou o rompimento, anunciando que Fióti não representa mais seus interesses artísticos. No mesmo dia, Fióti publicou um comunicado afirmando que está iniciando uma nova fase em sua trajetória musical, após 16 anos à frente da Lab Fantasma. A disputa entre os irmãos segue na Justiça.

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